Onde o registo de ponto falha na restauração
A obrigação é a mesma de qualquer empresa: o artigo 202.º do Código do Trabalho exige o registo da entrada, da saída e dos intervalos de cada trabalhador. Na restauração há mais formas de o registo ficar incompleto.
- Turnos partidos. Duas entradas e duas saídas no mesmo dia. Numa folha de papel, o segundo turno fica muitas vezes por escrever.
- Escalas que mudam todas as semanas. Folgas rotativas e trocas de turno entre colegas tornam difícil saber o horário de cada pessoa.
- Várias casas. Grupos com vários restaurantes, cozinha central ou eventos têm pessoal que trabalha em mais do que um sítio.
- Extras e rotação de pessoal. Quem entra para um fim de semana também tem de ficar registado.
- Horas a mais sem registo. O trabalho suplementar tem limites anuais e tem de ficar registado com o motivo.
Numa inspeção da ACT, a falta de registo ou um registo incompleto é uma contraordenação grave.
Como funciona o Picagens.pt num restaurante
Um tablet na cozinha ou à entrada
Coloca-se um tablet Android em modo quiosque. Cada pessoa pica com o seu PIN de 4 algarismos e o tablet tira uma foto de confirmação, vista só pelo gestor e apagada ao fim de 30 dias. Assim ninguém pica por um colega. Não há reconhecimento facial nem dados biométricos. Se a rede falhar, as picagens ficam guardadas no tablet e são enviadas quando a ligação voltar.
Quem preferir pode picar na app Picagens para Android, com o GPS a confirmar que está no restaurante, ou no navegador do iPhone.
Turnos partidos e escalas rotativas
Cada entrada e saída fica registada e o sistema soma os períodos do dia, com o intervalo entre eles. Os horários podem ser fixos ou em escala rotativa, por isso as folgas que mudam de semana para semana ficam definidas no sistema e não num papel afixado na parede.
Várias casas numa só conta
Cada restaurante é um local com a sua morada e o seu raio de GPS. O gestor vê as picagens de todas as casas na mesma lista, com o local de cada uma, e sabe se foi feita dentro do restaurante.
Horas extra e relatório para a ACT
As horas a mais ficam registadas como trabalho suplementar, com o motivo e o descanso compensatório, e o sistema acompanha o limite anual de cada pessoa. No fim do mês, o relatório de tempos de trabalho sai com um clique, com entradas, saídas e intervalos de cada trabalhador e o visto de cada um.
Quanto custa
| Para quem | Colaboradores ativos | Preço |
|---|---|---|
| Um restaurante pequeno | Até 15 | 19€/mês |
| Restaurante maior ou 2 a 3 casas | Até 50 | 39€/mês |
| Grupo com várias casas | Até 100 | 69€/mês |
Preço fixo, valor final. Não paga por cada extra: só contam os colaboradores ativos, e quem sai é desativado sem perder o histórico. Todos os planos incluem quiosque, app, GPS e relatório para a ACT. Não há fidelização. Mais de 100 colaboradores? Fazemos uma proposta à medida.
Experimente no seu restaurante esta semana
Crie a conta, registe a casa com a morada e instale a app Picagens no tablet. Em poucos minutos a equipa já está a picar.
Experimentar 15 dias grátis Sem cartão de crédito. Ajudamos a configurar por WhatsApp, em português.Perguntas frequentes
A equipa pode picar num só tablet na cozinha?
Sim. O tablet fica em modo quiosque e cada pessoa pica com o seu PIN de 4 algarismos. É tirada uma foto de confirmação, vista só pelo gestor e apagada ao fim de 30 dias, para ninguém picar por outro colega. Não há reconhecimento facial nem dados biométricos.
Como fica um turno partido, almoço e jantar?
Cada entrada e saída fica registada. O sistema soma os dois períodos do dia e mostra o intervalo entre eles, tal como a ACT pede.
Tenho extras e pessoal que entra e sai muitas vezes. Pago por cada um?
Não. O preço é fixo pelo tamanho da equipa e só contam os colaboradores ativos. Quem sai é desativado e o histórico fica guardado.
Tenho vários restaurantes. Preciso de uma conta para cada um?
Não. Cada casa é um local na mesma conta, com a sua morada e o seu raio de GPS. O gestor vê as picagens de todas as casas na mesma lista, com o local de cada uma.